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quarta-feira, 30 de março de 2011
Escala 1
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PROFESSOR MARIO
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16:55
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A GÊNESE DAS FRONTEIRAS BRASILEIRAS
Resumo
A GÊNESE DAS FRONTEIRAS BRASILEIRAS
- Principais conflitos na fronteira brasileira
Conflitos fronteiriços entre países da América Latina e Grã-Bretanha.
O objetivo é situar a gênese das fronteiras nacionais do Brasil em um contexto regional mais
amplo.
Delimitação territorial do país é resultado de um processo histórico que o diferencia dos países
vizinhos. O Brasil é o único país na América que resultou da colonização portuguesa e que não
se fragmentou em vários outros países, como ocorreu com as antigas colônias espanholas.
Os conflitos fronteiriços entre o Brasil e seus vizinhos ocorreram em outros momentos, como na
Guerra do Paraguai e na formação do Estado do Acre, como também aconteceu com os litígios
resolvidos pacificamente – como o da fronteira com a Guiana Francesa, resolvido em 1897,
com a arbitragem da Suíça, sendo a defesa realizada pelo Barão de Rio Branco. Porém, desde
a assinatura do Tratado de Petrópolis (1909), vive em uma situação relativamente estável com
relação às suas fronteiras terrestres.
A importância dos acordos diplomáticos para definição das fronteiras internacionais do Brasil,
destacando a importância do trabalho desenvolvido por Rio Branco, no começo do século XX.
- Principais conceitos de limites de fronteira:
• Definição: operação conceitual na qual é travado um acordo sobre os princípios gerais para a
produção dos limites;
• Delimitação: consiste na fixação dos limites por meio de tratados internacionais;
• Demarcação: corresponde à implantação física dos limites, por meio da construção de marcos
em pontos determinados;
• Densificação ou caracterização: etapa na qual se realiza o aperfeiçoamento sistemático da
materialização da linha divisória, mediante intercalação de novos marcos, com o objetivo de
torná-los mais facilmente perceptíveis para os dois lados.
José Maria da Silva Paranhos, Barão do Rio Branco, é considerado o patrono da moderna
diplomacia brasileira. Ocupou o Ministério das Relações Exteriores entre 1902 e 1912, tendo
definido as grandes linhas da política externa do Brasil no século XX. Durante o período
colonial brasileiro, os segmentos de fronteira delimitados representavam apenas 17% da
extensão total da divisória terrestre. A delimitação da maior parte das fronteiras e linhas de
limites terrestres do Brasil foi realizada depois da independência, durante o Império ou na “Era
Rio Branco”. O Império foi responsável pela fixação de pouco mais da metade da extensão total
das fronteiras terrestres e, durante a política externa do início do período republicano marcada
pela figura do Barão do Rio Branco, quase um terço da extensão da divisória terrestre do Brasil
foi delimitada. Assim, a “obra de fronteiras” da chamada “Era Rio Branco” ajuda a explicar a
ausência de conflitos fronteiriços atuais entre o Brasil e outros países da América do Sul.
TERRITÓRIO BRASILEIRO: DO “ARQUIPÉLAGO” AO “CONTINENTE”
- PERÍODO DE 1930 – 1980
Compreendemos que é possível fazer-se uma subdivisão que vai de 1930 a 1955 e de
1956 até 1980, Ainda que no primeiro momento desse período tenha ocorrido uma
industrialização um tanto incipiente, foi sem dúvida, muito mais destacada e importante. Entre
os fatos que mais contribuíram para esse momento estão:
A quebra da Bolsa de Nova Iorque que, não só provocou a redução drástica das exportações
de café (quebrando essa produção), assim como reduziu fortemente a importação de produtos
manufaturados devido à crise aliado a essa condição teremos os investimentos dos cafeicultores
em (alguns) na atividade industrial que ainda irá se apropriar da infra estrutura deixada pelo
café;
“Indústria, a filha do Café”. O capital obtido pela venda do café (lucro) foi incentivado pelo
governo federal a investir no setor industrial, mudando o eixo econômico brasileiro do campo
para a cidade.
Industrialização por substituição de importação. Tardia ou Retardatária. O produto
industrializado internacional foi substituído pelo industrializado brasileiro, a partir dos
incentivos governamentais.
O Brasil, a partir dos anos 50 vai ser inserido na Nova DIT (função que cada País ou região
desempena na economia internacional), exportando matérias – primas e produtos industriais e
importando tecnologias dos Países Centrais, como mostra a figura a seguir.
- A POLÍTICA NACIONALISTA DO GOVERNO GETÚLIO VARGAS – 1930/1945 –
Desenvolvimento autônomo com base industrial, (CSN, CVRD e mais tarde PETROBRAS);
Período marcado pelo intervencionismo estatal na economia, impulso à indústria de base
(criação de algumas empresas estatais no setor de bens-de-produção, e ainda pelo estímulo à
diversificação da agricultura.
A ocorrência da Segunda Guerra Mundial (1939 - 1945) estimulando a chamada indústria
substitutiva para suprir algumas necessidades, então dificultadas pela guerra.
A partir de 1956 com o governo JK, Juscelino Kubitscheck assume o poder e entre as diretrizes
do seu Plano de Metas (50 anos em 5 anos) a indústria foi muito lembrada, a partir do processo
de internacionalização econômica, abrindo as fronteiras da economia brasileira para a inserção
dos investimentos externos. Além do apoio dado aos empresários na aquisição de tecnologia
externa,o momento é marcado pela ação do capital estrangeiro atraído pelas vantagens
comparativas ou locacionais (em destaque – incentivos cambiais, tarifários, fiscais e creditícios
oferecidos pelo governo federal). Foi nesse contexto que houve a entrada de várias filiais de
multinacionais ou transnacionais (obs. Essas empresas não só deram forte impulso para nosso
processo industrial, mas, sobretudo influenciando nosso mercado, através da American way of
life – modo de vida americano).
Contribuiu para o processo de interiorização urbana do espaço nacional com a construção de
Brasília de rodovias federais, beneficiando o setor automobilístico internacional.
A conseqüência do governo JK foi o milagre econômico onde a economia brasileira apresentou
um acentuado desenvolvimento econômico, não acompanhado de melhorias das condições
social. Caracterizado por uma melhora do padrão-de-vida da maioria. Para bancar essa
farsa que se chegava ao slogan de “Brasil – Potência”, o governo entrou em uma política de
endividamento crescente no exterior. (durante quase toda a década de 70).O Brasil irá conhecer
momentos marcados por uma política de extrema estagnação que levará à chamada “década
perdida”.
OBS: de 5 bilhões de dólares, em 1965, passamos para 20 bilhões em 1975, até chegar em 129
bilhões em 1995, e bem próximo aos 100 bilhões na atualidade por ação do capital volátil.
Evolução da Dívida Externa Brasileira
O PIB (Produto Interno Bruto) em termos percentuais cresce 16,9% entre 1980 e 1991, o que
representa uma média muito modesta de 1,5% ao ano, o que justifica considerar o período como
a “década perdida”. O crescimento industrial foi muito baixo, também pela chamada “ciranda
financeira” porque se tornou mais interessante investir em títulos criados PA arrecadar capitais
do que em produção no processo especulativo. Outro fato foi o estímulo a exportação de bens
primários para aumentarmos a arrecadação de divisas (moeda forte no mercado internacional)
para pagarmos juros da dívida.
Conseqüências da Década Perdida: (ec. De 70).
• Mudança na balança comercial:
BALANÇA COMERCIAL
Exportação > Importação
SUPERÁVIT
(balança comercial favorável ou positiva)
Exportação < Importação
(balança comercial desfavorável ou negativa
A GÊNESE DAS FRONTEIRAS BRASILEIRAS
- Principais conflitos na fronteira brasileira
Conflitos fronteiriços entre países da América Latina e Grã-Bretanha.
O objetivo é situar a gênese das fronteiras nacionais do Brasil em um contexto regional mais
amplo.
Delimitação territorial do país é resultado de um processo histórico que o diferencia dos países
vizinhos. O Brasil é o único país na América que resultou da colonização portuguesa e que não
se fragmentou em vários outros países, como ocorreu com as antigas colônias espanholas.
Os conflitos fronteiriços entre o Brasil e seus vizinhos ocorreram em outros momentos, como na
Guerra do Paraguai e na formação do Estado do Acre, como também aconteceu com os litígios
resolvidos pacificamente – como o da fronteira com a Guiana Francesa, resolvido em 1897,
com a arbitragem da Suíça, sendo a defesa realizada pelo Barão de Rio Branco. Porém, desde
a assinatura do Tratado de Petrópolis (1909), vive em uma situação relativamente estável com
relação às suas fronteiras terrestres.
A importância dos acordos diplomáticos para definição das fronteiras internacionais do Brasil,
destacando a importância do trabalho desenvolvido por Rio Branco, no começo do século XX.
- Principais conceitos de limites de fronteira:
• Definição: operação conceitual na qual é travado um acordo sobre os princípios gerais para a
produção dos limites;
• Delimitação: consiste na fixação dos limites por meio de tratados internacionais;
• Demarcação: corresponde à implantação física dos limites, por meio da construção de marcos
em pontos determinados;
• Densificação ou caracterização: etapa na qual se realiza o aperfeiçoamento sistemático da
materialização da linha divisória, mediante intercalação de novos marcos, com o objetivo de
torná-los mais facilmente perceptíveis para os dois lados.
José Maria da Silva Paranhos, Barão do Rio Branco, é considerado o patrono da moderna
diplomacia brasileira. Ocupou o Ministério das Relações Exteriores entre 1902 e 1912, tendo
definido as grandes linhas da política externa do Brasil no século XX. Durante o período
colonial brasileiro, os segmentos de fronteira delimitados representavam apenas 17% da
extensão total da divisória terrestre. A delimitação da maior parte das fronteiras e linhas de
limites terrestres do Brasil foi realizada depois da independência, durante o Império ou na “Era
Rio Branco”. O Império foi responsável pela fixação de pouco mais da metade da extensão total
das fronteiras terrestres e, durante a política externa do início do período republicano marcada
pela figura do Barão do Rio Branco, quase um terço da extensão da divisória terrestre do Brasil
foi delimitada. Assim, a “obra de fronteiras” da chamada “Era Rio Branco” ajuda a explicar a
ausência de conflitos fronteiriços atuais entre o Brasil e outros países da América do Sul.
TERRITÓRIO BRASILEIRO: DO “ARQUIPÉLAGO” AO “CONTINENTE”
- PERÍODO DE 1930 – 1980
Compreendemos que é possível fazer-se uma subdivisão que vai de 1930 a 1955 e de
1956 até 1980, Ainda que no primeiro momento desse período tenha ocorrido uma
industrialização um tanto incipiente, foi sem dúvida, muito mais destacada e importante. Entre
os fatos que mais contribuíram para esse momento estão:
A quebra da Bolsa de Nova Iorque que, não só provocou a redução drástica das exportações
de café (quebrando essa produção), assim como reduziu fortemente a importação de produtos
manufaturados devido à crise aliado a essa condição teremos os investimentos dos cafeicultores
em (alguns) na atividade industrial que ainda irá se apropriar da infra estrutura deixada pelo
café;
“Indústria, a filha do Café”. O capital obtido pela venda do café (lucro) foi incentivado pelo
governo federal a investir no setor industrial, mudando o eixo econômico brasileiro do campo
para a cidade.
Industrialização por substituição de importação. Tardia ou Retardatária. O produto
industrializado internacional foi substituído pelo industrializado brasileiro, a partir dos
incentivos governamentais.
O Brasil, a partir dos anos 50 vai ser inserido na Nova DIT (função que cada País ou região
desempena na economia internacional), exportando matérias – primas e produtos industriais e
importando tecnologias dos Países Centrais, como mostra a figura a seguir.
- A POLÍTICA NACIONALISTA DO GOVERNO GETÚLIO VARGAS – 1930/1945 –
Desenvolvimento autônomo com base industrial, (CSN, CVRD e mais tarde PETROBRAS);
Período marcado pelo intervencionismo estatal na economia, impulso à indústria de base
(criação de algumas empresas estatais no setor de bens-de-produção, e ainda pelo estímulo à
diversificação da agricultura.
A ocorrência da Segunda Guerra Mundial (1939 - 1945) estimulando a chamada indústria
substitutiva para suprir algumas necessidades, então dificultadas pela guerra.
A partir de 1956 com o governo JK, Juscelino Kubitscheck assume o poder e entre as diretrizes
do seu Plano de Metas (50 anos em 5 anos) a indústria foi muito lembrada, a partir do processo
de internacionalização econômica, abrindo as fronteiras da economia brasileira para a inserção
dos investimentos externos. Além do apoio dado aos empresários na aquisição de tecnologia
externa,o momento é marcado pela ação do capital estrangeiro atraído pelas vantagens
comparativas ou locacionais (em destaque – incentivos cambiais, tarifários, fiscais e creditícios
oferecidos pelo governo federal). Foi nesse contexto que houve a entrada de várias filiais de
multinacionais ou transnacionais (obs. Essas empresas não só deram forte impulso para nosso
processo industrial, mas, sobretudo influenciando nosso mercado, através da American way of
life – modo de vida americano).
Contribuiu para o processo de interiorização urbana do espaço nacional com a construção de
Brasília de rodovias federais, beneficiando o setor automobilístico internacional.
A conseqüência do governo JK foi o milagre econômico onde a economia brasileira apresentou
um acentuado desenvolvimento econômico, não acompanhado de melhorias das condições
social. Caracterizado por uma melhora do padrão-de-vida da maioria. Para bancar essa
farsa que se chegava ao slogan de “Brasil – Potência”, o governo entrou em uma política de
endividamento crescente no exterior. (durante quase toda a década de 70).O Brasil irá conhecer
momentos marcados por uma política de extrema estagnação que levará à chamada “década
perdida”.
OBS: de 5 bilhões de dólares, em 1965, passamos para 20 bilhões em 1975, até chegar em 129
bilhões em 1995, e bem próximo aos 100 bilhões na atualidade por ação do capital volátil.
Evolução da Dívida Externa Brasileira
O PIB (Produto Interno Bruto) em termos percentuais cresce 16,9% entre 1980 e 1991, o que
representa uma média muito modesta de 1,5% ao ano, o que justifica considerar o período como
a “década perdida”. O crescimento industrial foi muito baixo, também pela chamada “ciranda
financeira” porque se tornou mais interessante investir em títulos criados PA arrecadar capitais
do que em produção no processo especulativo. Outro fato foi o estímulo a exportação de bens
primários para aumentarmos a arrecadação de divisas (moeda forte no mercado internacional)
para pagarmos juros da dívida.
Conseqüências da Década Perdida: (ec. De 70).
• Mudança na balança comercial:
BALANÇA COMERCIAL
Exportação > Importação
SUPERÁVIT
(balança comercial favorável ou positiva)
Exportação < Importação
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terça-feira, 29 de março de 2011
INTRODUÇÃO A GEOGRAFIA - ENSINO FUNDAMENTAL
INTRODUÇÃO 5ª SÉRIES.
GEOGRAFIA: DEFINIÇÃO E DIVISÕES
1. Definição – A geografia não visa apenas ensinar nomes geográficos. É, essencialmente, o estudo das relações entre o homem e a Terra.
Cabe à geografia, em primeiro lugar, verificar a posição astronômica de nosso planeta, entre os astros do sistema solar e dos demais do universo. Cabe-lhe depois o estudo do meio físico, quer se refira ao aspecto físico, ao clima, ou ao regime de rios. Compete-lhe igualmente o estudo do meio vivo, isto é, das plantas, animais e grupos humanos, existentes na superfície da Terra.
Feito esse estudo, verifica-se, no exame de uma série de cartas geográficas, que cada região tem o seu clima, o seu ambiente físico, a sua cobertura vegetal, os animais característicos, e que o homem não vive da mesma forma em cada uma dessas regiões.
Nosso planeta pode ser dividido, portanto, segundo os grandes fatores geográfico-naturais.
A geografia pode, assim ser definida como o estudo comparativo das regiões da Terra.
Cabe-lhe, enfim, descrever, localizar e comparar os fatos que ocorrem na superfície da Terra.
2.- Divisões - A geografia apresenta três grandes divisões: geografia astronômica, geografia física e geografia biológica.
Por sua vez, a geografia biológica apresenta três subdivisões geografia das plantas, geografia dos animais e geografia dos homens.
*geografia _ 1 Geografia astronômica
2. Geografia física
3.Geografia biológica - 1. Geografia das plantas
2. Geografia animais
3. Geografia dos homens.
3- Definições .- Geografia astronômica é a parte da geografia que estuda a Terra como um astro, em suas relações com os outros astros do nosso Sistema Solar e com os demais de todo o Universo.
Geografia física e a parte da geografia que estuda o aspecto físico da Terra, em seus três elementos: sólido, líquido e gasoso.
Geografia biológica é a parte da geografia que estuda a distribuição da vida na superfície da Terra.
Geografia das plantas é a parte da geografia biológica que estuda a distribuição das plantas na superfície da Terra.
Geografia dos animais é a parte da geografia biológica que estuda a distribuição dos animais na superfície da Terra.
Geografia dos homens é a parte da geografia biológica que estuda a distribuição dos homens na superfície da Terra.
Questionário . 01 – Compare a vida do homem nas varias regiões da Terra.
2- Quais condições são necessárias para dividirmos a Terra em regiões naturais?
3- Que é geografia?
4- Quais as três grandes divisões da geografia?
5- Que fatos estuda a geografia biológica?
6 – Qual a importância do mapa na geografia? Geografia doa animais é a parte da geografia biológica que estuda a distribuição dos animais na superfície da Terra.
GEOGRAFIA: DEFINIÇÃO E DIVISÕES
1. Definição – A geografia não visa apenas ensinar nomes geográficos. É, essencialmente, o estudo das relações entre o homem e a Terra.
Cabe à geografia, em primeiro lugar, verificar a posição astronômica de nosso planeta, entre os astros do sistema solar e dos demais do universo. Cabe-lhe depois o estudo do meio físico, quer se refira ao aspecto físico, ao clima, ou ao regime de rios. Compete-lhe igualmente o estudo do meio vivo, isto é, das plantas, animais e grupos humanos, existentes na superfície da Terra.
Feito esse estudo, verifica-se, no exame de uma série de cartas geográficas, que cada região tem o seu clima, o seu ambiente físico, a sua cobertura vegetal, os animais característicos, e que o homem não vive da mesma forma em cada uma dessas regiões.
Nosso planeta pode ser dividido, portanto, segundo os grandes fatores geográfico-naturais.
A geografia pode, assim ser definida como o estudo comparativo das regiões da Terra.
Cabe-lhe, enfim, descrever, localizar e comparar os fatos que ocorrem na superfície da Terra.
2.- Divisões - A geografia apresenta três grandes divisões: geografia astronômica, geografia física e geografia biológica.
Por sua vez, a geografia biológica apresenta três subdivisões geografia das plantas, geografia dos animais e geografia dos homens.
*geografia _ 1 Geografia astronômica
2. Geografia física
3.Geografia biológica - 1. Geografia das plantas
2. Geografia animais
3. Geografia dos homens.
3- Definições .- Geografia astronômica é a parte da geografia que estuda a Terra como um astro, em suas relações com os outros astros do nosso Sistema Solar e com os demais de todo o Universo.
Geografia física e a parte da geografia que estuda o aspecto físico da Terra, em seus três elementos: sólido, líquido e gasoso.
Geografia biológica é a parte da geografia que estuda a distribuição da vida na superfície da Terra.
Geografia das plantas é a parte da geografia biológica que estuda a distribuição das plantas na superfície da Terra.
Geografia dos animais é a parte da geografia biológica que estuda a distribuição dos animais na superfície da Terra.
Geografia dos homens é a parte da geografia biológica que estuda a distribuição dos homens na superfície da Terra.
Questionário . 01 – Compare a vida do homem nas varias regiões da Terra.
2- Quais condições são necessárias para dividirmos a Terra em regiões naturais?
3- Que é geografia?
4- Quais as três grandes divisões da geografia?
5- Que fatos estuda a geografia biológica?
6 – Qual a importância do mapa na geografia? Geografia doa animais é a parte da geografia biológica que estuda a distribuição dos animais na superfície da Terra.
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. Geografia Ensino Fundamental Como achar um lugar?
. Geografia Ensino Fundamental Como achar um lugar?
GEOGRAFIA
Módulo 01. Geografia Ensino Fundamental Como achar um lugar?
Seja bem vindo à Geografia
Instruções de Estudo.
_ Para estudar e aprender o conteúdo deste módulo, você deverá ler
atentamente as explicações. Talvez mais de uma vez.
_ Veja as instruções contidas nas atividades e somente comece a resolver os
exercícios após ter entendido completamente o texto.
_ Não escreva no módulo, pois você terá de devolvê-lo à escola para que ele
seja utilizado por outra pessoa.
_ Consulte o professor se você encontrar dificuldades durante os estudos.
Não tenha pressa, mas não perca tempo.
. Geografia Ensino Fundamental Como achar um lugar?
Introdução.
Caro aluno.
Você está iniciando seus estudos de Geografia.
Para que serve a Geografia?
Por que você precisa estudar Geografia?
Observe o mundo ao seu redor... as pessoas que circulam de um lado para o
outro, trabalhando, estudando ou passeando, em cidades modernas ou em lugares como
o campo que, embora conservem parte da natureza, possuem muitas transformações
feitas pelo homem.
Na sua cidade, existem bairros pobres, bairros ricos, pessoas cultas, outras
analfabetas, enfim, diferenças sociais entre pessoas que formam uma sociedade.
Observe que tanto a cidade como o campo nem sempre foram assim, e que o ser
humano, através de seu trabalho, foi modificando esses espaços transformando o que
existia na natureza em produtos que lhe trouxeram cada vez mais conforto.
E onde está você dentro desta sociedade que modifica o espaço em que vive?
Qual é o espaço que você ocupa?
Você também faz parte do espaço geográfico ou é somente um observador?
A Geografia responde a todas as questões e permite que você como estudante
possa conhecer melhor o espaço produzido pela sociedade em que vive, as
transformações feitas na natureza, suas desigualdades e contradições.
Ao conhecer melhor a produção do espaço em que vive, estará pronto para, junto
aos outros membros a sociedade, modificá-lo para que haja um compromisso de todos
com um futuro melhor.
Geografia Ensino Fundamental Como achar um lugar?
Roteiro.
I. Como achar um lugar?
Nesta primeira parte, através da observação de ruas, avenidas, você será capaz de
se localizar no seu bairro, sua cidade, tendo como ponto de partida sua escola.
II. Como entender os mapas?
Agora você verá que:
_ As ruas, avenidas, lugares, podem ser representados num mapa, e para representá-lo
precisamos reduzi-lo através de uma escala;
_ Os mapas possuem uma linguagem própria que são as convenções e são explicados
pela legenda.
III. As cidades e os bairros
Nesta terceira parte você vai observar as diferentes formas de viver e de ocupar o espaço
urbano.
Módulo 01. Geografia Ensino Fundamental Como achar um lugar?
Como achar um lugar?
Imagine que uma pessoa amiga vem de outra cidade para conhecer a nossa
A escola,. Como você orientaria essa pessoa, que não conhece muito bem
Votorantim para vir de Sorocaba até aqui à escola?
A. Desenhe em seu caderno, um mapinha ou planta indicando as ruas e avenidas pelas quais essa pessoa passará. B. Dê alguns pontos de referência que ajudem no trajeto até nossa escola, como por exemplo: farmácias, padarias, clínicas médicas, praças, postos de gasolina etc. Isto ajuda bastante na localização dos lugares.C. Não se esqueça de indicar no seu mapa as direções a seguir como: dobrar à direita, dobrar à esquerda, seguir em frente, atravessar a rua etc.
O espaço onde você mora, estuda, pode ser representado de várias maneiras:
desde um simples traçado de ruas e avenidas que você mesmo pode fazer até
mapas feitos pelos cartógrafos. Observe a foto abaixo ela mostra região central de Votorantim, você poderá ver exatamente a localização do . Veja também...
O traçado das principais ruas e avenidas. Alguns pontos de referência importantes da cidade como a Prefeitura, o Campo de futebol e outros. Algumas são avenidas e ruas mais movimentadas da cidade como Avenida 31 de Março, Avenida Luiz Patrocínio, Rua Albertina do Nascimento etc. Módulo 01. Geografia Ensino Fundamental Como achar um lugar?
A relação entre o tamanho real de um objeto ou de uma superfície e o tamanho representado no desenho ou no mapa chama-se ESCALA. Como entender os mapas através das escalas.
Para representarmos ruas, avenidas e lugares no papel, é necessário reduzir o
tamanho dos mesmos. Essa redução deve ser proporcional ao tamanho real. Para isso usamos um recurso que chamamos de escala, que estabelece quantas vezes a redução foi feita. Também podemos aumentar o tamanho do objeto muito pequeno para representá lo num papel ou num livro. Exemplo: podemos desenhar uma minúscula célula do corpo humano em tamanho grande para melhor estudá-la. Uma fotografia pode representar a imagem de pessoa de vários tamanhos, num
tamanho pequeno teremos as fotos ¾, em um tamanho grande teremos posters de
parede. Um mesmo filme pode ser exibido em tela pequena (na TV) e em tela grande (no cinema). Em qualquer um dos casos a proporção é mantida, ou seja, embora haja um aumento ou diminuição do tamanho real, a relação entre as medidas continua sendo a mesma. Em outras palavras, o objeto mantém sua real aparência ou contornos.
Para representar lugares(países, estados,regiões, cidades,etc.), usamos os
mapas. Quando queremos representaro Brasil, sabemos que é impossível representá-lo em seu tamanho real, então fazemos as reduções adequadas ao
tamanho do papel escolhido e assim mostramos como é o Brasil. Quando fazemos isso, usamos um escala que permite representar um lugar em vários tamanhos.
Veja o exemplo acima.
Nos mapas geográficos a escala vem indicada, geralmente, no canto inferior
esquerdo ou direito. Observe aqueles mapas grandes de parede (passe na Biblioteca ou na sala) e procure neles, a escala.
Como achar um lugar?
A importância dos mapas
A finalidade dos mapas é facilitar a localização do espaço e aumentar nosso
conhecimento, permitindo conhecer melhor uma área.
Tipos de Mapas
Mapa físico: representa os aspectos naturais, como o relevo, clima, vegetação,
hidrografia (rios) etc.
Mapa político: representa os países de um continente, os estados e capitais de
um país.
Mapa demográfico (população): Representa dados sobre a população.
Mapa econômico: Representa as riquezas de uma área. Indústrias, minerais etc.
Densidade Demográfica do Brasil
l Como achar um lugar?
COMO LER UM MAPA.
Ler é interpretar um mapa.
Saber interpretar um mapa é uma boa forma de conhecer um país, uma região,
uma cidade etc. Por isso, vamos examinar algumas formas simples de interpretar mapas.
Para saber ler um mapa, são necessários alguns elementos, por exemplo:
_ Tema ou título: o tema mostra se o mapa é político, físico, humano ou econômico.
_ Convenções: São os símbolos, sinais, cores cartográficas que foram consagrados
internacionalmente.
_ Escala Cartográfica: uma escala mostra o tamanho que existe entre o mundo real e
sua representação no papel. Um mapa pode ser milhares ou até milhões de vezes
menor que o lugar representado.
Assim, é necessário:
•Verificar se o mapa possui título, escala, legenda e convenções;
•Reconhecer nos símbolos as realidades representadas: rios, cidades, o tamanho
destas, vias férreas, estradas; as diferentes maneiras de representar o relevo: o
sombreado, as cores.
É com o auxílio dessas identificações que os mapas procuram representar o país,
um estado, uma região etc.
Como achar um lugar?
Mas, o que são legendas?
Nas legendas estão discriminados os símbolos utilizados nos mapas e seus
significados. A legenda, portanto, é um dos elementos fundamentais para a compreensão
das mensagens que um mapa pretende transmitir. Entender a linguagem de um mapa é,
principalmente, entender o significado de sua legenda.
CONVENÇÕES CARTOGRÁFICAS.
Convenções cartográficas são conjuntos de símbolos e cores utilizados nos mapas
para representar elementos geográficos.
O significado de alguns desses símbolos e algumas cores são conhecidos
internacionalmente. Por exemplo: as águas sempre são representadas pela cor azul. Os símbolos dos mapas são desenhos, traços e cores que representam os
elementos naturais e humanizados da paisagem.
Veja no quadro abaixo alguns exemplos de convenções:
Para desenhar mapas, usamos manchas, linhas e pontos. A legenda indica o significado de cada um desses símbolos.
As cidades e os bairros
está localizado na região central da cidade de Votorantim. A cidade é formada pelos centros e pelos bairros. Cada bairro da cidade tem um nome. Ex.: Rio Acima, Itapeva, Votocel, Serrano, Vila Nova etc. Qual é o nome de seu bairro?
O espaço das cidades é chamado de Espaço Urbano, e ele é dividido de acordo
com atividades que aí predominam (aparecem mais). Por exemplo, dizemos que um bairro é industrial quando tem muitas indústrias, é residencial quando predominam as casas de moradia, é comercial quando nele predominam as lojas e estabelecimentos comerciais.
urbana
Os bairros próximos ao centro são chamados de centrais e os mais afastados são
chamados de periféricos.
Numa cidade como Votorantim, por exemplo, notamos que na região central da
cidade, os prédios mais antigos tendem a serem usados mais para fins comerciais do tipo:
lojas populares, bares, restaurantes, lanchonetes, escolas de computação ou inglês,
laboratórios (Observe isso da próxima vez que você andar pelo centro da cidade).
FIGUA 1 BAIRRO N.S. APARECIDA
Figura 2COMUNIDADE TRANCREDO NEVES
Figura 3 centro de Campinas
Figura 4 DISTRITO INDUSTRIAL DE CAMPINAS
A paisagem urbana demonstra a grande desigualdade na distribuição de renda das famílias brasileiras.
A forma como os homens constroem os seus espaços revela como a sociedade
está organizada. O espaço urbano é uma mercadoria que é comprada e vendida. Conforme a transformação que o espaço natural sofre através da ação do homem (ruas afastadas equipadas com certos serviços, saneamento básico, transporte etc.) os terrenos ficam mais caros e nem toda a população tem condições de comprar ou adquirir. Além disso, áreas verdes, segurança, conforto e tranqüilidade têm um preço que não está no alcance de todos. O espaço urbano é o lugar onde você vive, dividido em áreas nobres e pobres: é a reprodução da sociedade.
Portanto, conclui-se que: “O espaço geográfico, se é para alguns uma morada,é para outros, um túmulo, um lugar onde se morre todo dia um pouco”.
Infelizmente, a cada dia o homem colabora para que o quadro de morte se agrave com a O Bairro é uma parte da cidade formado por um conjunto de ruas, praças e avenidas onde ficam as residências dos cidadãos, além de estabelecimentos Jardim N.S. Aparecida, Região Central de Campinas. As cidades e os bairros está localizado na região periférica da cidade de Campinas. A cidade é formada pelos centros e pelos bairros. Cada bairro da cidade tem um nome. Ex.: Americana, Limeira, Hortolândia, Valinhos,Vila Nova etc. Qual é o nome de seu bairro?
O espaço das cidades é chamado de Espaço Urbano, e ele é dividido de acordo
com atividades que aí predominam (aparecem mais). Por exemplo, dizemos que um bairro é industrial quando tem muitas indústrias, é residencial quando predominam as casas de moradia, é comercial quando nele predominam as lojas e estabelecimentos comerciais. Os bairros próximos ao centro são chamados de centrais e os mais afastados são chamados de periféricos. Numa cidade como Votorantim, por exemplo, notamos que na região central da cidade, os prédios mais antigos tendem a serem usados mais para fins comerciais do tipo: lojas populares, bares, restaurantes, lanchonetes, escolas de computação ou inglês, laboratórios (Observe isso da próxima vez que você andar pelo centro da cidade). Constatamos também que as áreas de comércios mais nobres são transferidas para os shoppings, seus arredores e avenidas próximas.
A paisagem urbana demonstra a grande desigualdade na distribuição de renda das famílias brasileiras. A forma como os homens constroem os seus espaços revela como a sociedade está organizada. O espaço urbano é uma mercadoria que é comprada e vendida. Conforme a transformação que o espaço natural sofre através da ação do homem (ruas afastadas equipadas com certos serviços, saneamento básico, transporte etc.) os terrenos ficam mais caros e nem toda a população tem condições de comprar ou adquirir. Além disso, áreas verdes, segurança, conforto e tranqüilidade têm um preço que não está no alcance de todos.
O espaço urbano é o lugar onde você vive, dividido em áreas nobres e pobres: é a reprodução da sociedade. Portanto, conclui-se que: “O espaço geográfico, se é para alguns uma morada,é para outros, um túmulo, um lugar onde se morre todo dia um pouco”. Infelizmente, a cada dia o homem colabora para que o quadro de morte se agrave com a poluição do ar, da água o congestionamento, o acidente de trânsito, a bomba de nêutron, ameaça nuclear, o pedinte, a miséria, a violência etc. Área verde sendo usada para moradia irregular. Terminal de ônibus Exercícios. Responda em seu caderno:
1. Qual a diferença entre convenções e legendas?
2. Escreva o que é necessário para se fazer uma leitura completa do mapa.
3. Explique a importância do mapa.
4. Quais são os tipos de mapas?
5. O que é bairro?
6. Quais os tipos de bairros que encontramos no espaço urbano?
7. Descreva em seu caderno, o mais detalhado possível, o bairro onde você vive.
Como ele é? Quais são os seus problemas, quais as coisas boas que têm lá, se ele é bem cuidado, bem servido... É perto? ...É longe? Procure classificá-lo de acordo com o texto. . Geografia Ensino Fundamental Como achar um lugar?
BIBLIOGRAFIA
ADAS, Melhem. Geografia. São Paulo. Editora Ática, 1994.
ALMANAQUE ABRIL. CD ROM, 8ª Edição, 2000.e 2004
BELTRAME, Zoraide Victoréllo. Geografia Ativa. São Paulo. Editora Ática, 1995.
CONSTITUIÇÃO FEDERAL DO BRASIL, 1998.
DIAMANTINO, Alves C. Pereira e outros, Ciências dos Espaço. São Paulo.
Editora Atual, 1994
DIMENSTEIN, Gilberto. Aprendiz do Futuro. São Paulo. Editora Ática, 2000.
ENCICLOPÉDIA ELETRÔNICA KOOGAN HOUAISS 2000
JORNAIS: Folha de São Paulo, Estado de São Paulo, Cruzeiro do Sul e Folha de
Votorantim.
LUCCI, Elian Alabi. Geografia. O homem no espaço global. São Paulo. Editora
Saraiva, 1997.
IBGE. Instituto Brasileiro de Geografia e Estática.
MAGNOLI, Demétrio e. Projeto de Ensino de Geografia. São Paulo. Editora
Moderna, 2000.
MÉDICI, Miriam de Cássia e. Coleção Nova Geração. São Paulo. Editora Nova
Geração, 1999.
MOREIRA, Igor. O espaço geográfico. São Paulo, Editora Ática, 1998.
NIDELCOFF, Maria Teresa. A escola e a compreensão da realidade. São Paulo.
Editora Brasiliense, 1990.
OLIVA, Jaime. Espaço e Modernidade. Temas da Geografia Mundial. São Paulo.
Editora Atual, 1995.
PROFESSOR PC, Geografia, CD ROM
REVISTAS: Veja, Isto é, Super Interessante, Época, Globo Rural.
RODRIGUES, Rosicler Martins. As cidades brasileiras. São Paulo, Editora
Moderna, 1995.
SENE, Eustáquio de e. Espaço geográfico e globalização. São Paulo. Editora
VESENTINI, J. William. Sociedade e Espaço. São Paulo. Editora Ática, 1997.
EQUIPE DE GEOGRAFIA CEESVO 2005
Jaime Aparecido da Silva
Maria de Fátima Pinto
Deise Quevedo Bertaco
COLABORAÇÃO
PCP - Neiva Aparecida Ferraz Nunes
Equipe de Geografia do CEESSO 2004
DIREÇÃO
Elisabete Marinoni Gomes
Maria Isabel R. de C. Kupper
GEOGRAFIA
Módulo 01. Geografia Ensino Fundamental Como achar um lugar?
Seja bem vindo à Geografia
Instruções de Estudo.
_ Para estudar e aprender o conteúdo deste módulo, você deverá ler
atentamente as explicações. Talvez mais de uma vez.
_ Veja as instruções contidas nas atividades e somente comece a resolver os
exercícios após ter entendido completamente o texto.
_ Não escreva no módulo, pois você terá de devolvê-lo à escola para que ele
seja utilizado por outra pessoa.
_ Consulte o professor se você encontrar dificuldades durante os estudos.
Não tenha pressa, mas não perca tempo.
. Geografia Ensino Fundamental Como achar um lugar?
Introdução.
Caro aluno.
Você está iniciando seus estudos de Geografia.
Para que serve a Geografia?
Por que você precisa estudar Geografia?
Observe o mundo ao seu redor... as pessoas que circulam de um lado para o
outro, trabalhando, estudando ou passeando, em cidades modernas ou em lugares como
o campo que, embora conservem parte da natureza, possuem muitas transformações
feitas pelo homem.
Na sua cidade, existem bairros pobres, bairros ricos, pessoas cultas, outras
analfabetas, enfim, diferenças sociais entre pessoas que formam uma sociedade.
Observe que tanto a cidade como o campo nem sempre foram assim, e que o ser
humano, através de seu trabalho, foi modificando esses espaços transformando o que
existia na natureza em produtos que lhe trouxeram cada vez mais conforto.
E onde está você dentro desta sociedade que modifica o espaço em que vive?
Qual é o espaço que você ocupa?
Você também faz parte do espaço geográfico ou é somente um observador?
A Geografia responde a todas as questões e permite que você como estudante
possa conhecer melhor o espaço produzido pela sociedade em que vive, as
transformações feitas na natureza, suas desigualdades e contradições.
Ao conhecer melhor a produção do espaço em que vive, estará pronto para, junto
aos outros membros a sociedade, modificá-lo para que haja um compromisso de todos
com um futuro melhor.
Geografia Ensino Fundamental Como achar um lugar?
Roteiro.
I. Como achar um lugar?
Nesta primeira parte, através da observação de ruas, avenidas, você será capaz de
se localizar no seu bairro, sua cidade, tendo como ponto de partida sua escola.
II. Como entender os mapas?
Agora você verá que:
_ As ruas, avenidas, lugares, podem ser representados num mapa, e para representá-lo
precisamos reduzi-lo através de uma escala;
_ Os mapas possuem uma linguagem própria que são as convenções e são explicados
pela legenda.
III. As cidades e os bairros
Nesta terceira parte você vai observar as diferentes formas de viver e de ocupar o espaço
urbano.
Módulo 01. Geografia Ensino Fundamental Como achar um lugar?
Como achar um lugar?
Imagine que uma pessoa amiga vem de outra cidade para conhecer a nossa
A escola,. Como você orientaria essa pessoa, que não conhece muito bem
Votorantim para vir de Sorocaba até aqui à escola?
A. Desenhe em seu caderno, um mapinha ou planta indicando as ruas e avenidas pelas quais essa pessoa passará. B. Dê alguns pontos de referência que ajudem no trajeto até nossa escola, como por exemplo: farmácias, padarias, clínicas médicas, praças, postos de gasolina etc. Isto ajuda bastante na localização dos lugares.C. Não se esqueça de indicar no seu mapa as direções a seguir como: dobrar à direita, dobrar à esquerda, seguir em frente, atravessar a rua etc.
O espaço onde você mora, estuda, pode ser representado de várias maneiras:
desde um simples traçado de ruas e avenidas que você mesmo pode fazer até
mapas feitos pelos cartógrafos. Observe a foto abaixo ela mostra região central de Votorantim, você poderá ver exatamente a localização do . Veja também...
O traçado das principais ruas e avenidas. Alguns pontos de referência importantes da cidade como a Prefeitura, o Campo de futebol e outros. Algumas são avenidas e ruas mais movimentadas da cidade como Avenida 31 de Março, Avenida Luiz Patrocínio, Rua Albertina do Nascimento etc. Módulo 01. Geografia Ensino Fundamental Como achar um lugar?
A relação entre o tamanho real de um objeto ou de uma superfície e o tamanho representado no desenho ou no mapa chama-se ESCALA. Como entender os mapas através das escalas.
Para representarmos ruas, avenidas e lugares no papel, é necessário reduzir o
tamanho dos mesmos. Essa redução deve ser proporcional ao tamanho real. Para isso usamos um recurso que chamamos de escala, que estabelece quantas vezes a redução foi feita. Também podemos aumentar o tamanho do objeto muito pequeno para representá lo num papel ou num livro. Exemplo: podemos desenhar uma minúscula célula do corpo humano em tamanho grande para melhor estudá-la. Uma fotografia pode representar a imagem de pessoa de vários tamanhos, num
tamanho pequeno teremos as fotos ¾, em um tamanho grande teremos posters de
parede. Um mesmo filme pode ser exibido em tela pequena (na TV) e em tela grande (no cinema). Em qualquer um dos casos a proporção é mantida, ou seja, embora haja um aumento ou diminuição do tamanho real, a relação entre as medidas continua sendo a mesma. Em outras palavras, o objeto mantém sua real aparência ou contornos.
Para representar lugares(países, estados,regiões, cidades,etc.), usamos os
mapas. Quando queremos representaro Brasil, sabemos que é impossível representá-lo em seu tamanho real, então fazemos as reduções adequadas ao
tamanho do papel escolhido e assim mostramos como é o Brasil. Quando fazemos isso, usamos um escala que permite representar um lugar em vários tamanhos.
Veja o exemplo acima.
Nos mapas geográficos a escala vem indicada, geralmente, no canto inferior
esquerdo ou direito. Observe aqueles mapas grandes de parede (passe na Biblioteca ou na sala) e procure neles, a escala.
Como achar um lugar?
A importância dos mapas
A finalidade dos mapas é facilitar a localização do espaço e aumentar nosso
conhecimento, permitindo conhecer melhor uma área.
Tipos de Mapas
Mapa físico: representa os aspectos naturais, como o relevo, clima, vegetação,
hidrografia (rios) etc.
Mapa político: representa os países de um continente, os estados e capitais de
um país.
Mapa demográfico (população): Representa dados sobre a população.
Mapa econômico: Representa as riquezas de uma área. Indústrias, minerais etc.
Densidade Demográfica do Brasil
l Como achar um lugar?
COMO LER UM MAPA.
Ler é interpretar um mapa.
Saber interpretar um mapa é uma boa forma de conhecer um país, uma região,
uma cidade etc. Por isso, vamos examinar algumas formas simples de interpretar mapas.
Para saber ler um mapa, são necessários alguns elementos, por exemplo:
_ Tema ou título: o tema mostra se o mapa é político, físico, humano ou econômico.
_ Convenções: São os símbolos, sinais, cores cartográficas que foram consagrados
internacionalmente.
_ Escala Cartográfica: uma escala mostra o tamanho que existe entre o mundo real e
sua representação no papel. Um mapa pode ser milhares ou até milhões de vezes
menor que o lugar representado.
Assim, é necessário:
•Verificar se o mapa possui título, escala, legenda e convenções;
•Reconhecer nos símbolos as realidades representadas: rios, cidades, o tamanho
destas, vias férreas, estradas; as diferentes maneiras de representar o relevo: o
sombreado, as cores.
É com o auxílio dessas identificações que os mapas procuram representar o país,
um estado, uma região etc.
Como achar um lugar?
Mas, o que são legendas?
Nas legendas estão discriminados os símbolos utilizados nos mapas e seus
significados. A legenda, portanto, é um dos elementos fundamentais para a compreensão
das mensagens que um mapa pretende transmitir. Entender a linguagem de um mapa é,
principalmente, entender o significado de sua legenda.
CONVENÇÕES CARTOGRÁFICAS.
Convenções cartográficas são conjuntos de símbolos e cores utilizados nos mapas
para representar elementos geográficos.
O significado de alguns desses símbolos e algumas cores são conhecidos
internacionalmente. Por exemplo: as águas sempre são representadas pela cor azul. Os símbolos dos mapas são desenhos, traços e cores que representam os
elementos naturais e humanizados da paisagem.
Veja no quadro abaixo alguns exemplos de convenções:
Para desenhar mapas, usamos manchas, linhas e pontos. A legenda indica o significado de cada um desses símbolos.
As cidades e os bairros
está localizado na região central da cidade de Votorantim. A cidade é formada pelos centros e pelos bairros. Cada bairro da cidade tem um nome. Ex.: Rio Acima, Itapeva, Votocel, Serrano, Vila Nova etc. Qual é o nome de seu bairro?
O espaço das cidades é chamado de Espaço Urbano, e ele é dividido de acordo
com atividades que aí predominam (aparecem mais). Por exemplo, dizemos que um bairro é industrial quando tem muitas indústrias, é residencial quando predominam as casas de moradia, é comercial quando nele predominam as lojas e estabelecimentos comerciais.
urbana
Os bairros próximos ao centro são chamados de centrais e os mais afastados são
chamados de periféricos.
Numa cidade como Votorantim, por exemplo, notamos que na região central da
cidade, os prédios mais antigos tendem a serem usados mais para fins comerciais do tipo:
lojas populares, bares, restaurantes, lanchonetes, escolas de computação ou inglês,
laboratórios (Observe isso da próxima vez que você andar pelo centro da cidade).
FIGUA 1 BAIRRO N.S. APARECIDA
Figura 2COMUNIDADE TRANCREDO NEVES
Figura 3 centro de Campinas
Figura 4 DISTRITO INDUSTRIAL DE CAMPINAS
A paisagem urbana demonstra a grande desigualdade na distribuição de renda das famílias brasileiras.
A forma como os homens constroem os seus espaços revela como a sociedade
está organizada. O espaço urbano é uma mercadoria que é comprada e vendida. Conforme a transformação que o espaço natural sofre através da ação do homem (ruas afastadas equipadas com certos serviços, saneamento básico, transporte etc.) os terrenos ficam mais caros e nem toda a população tem condições de comprar ou adquirir. Além disso, áreas verdes, segurança, conforto e tranqüilidade têm um preço que não está no alcance de todos. O espaço urbano é o lugar onde você vive, dividido em áreas nobres e pobres: é a reprodução da sociedade.
Portanto, conclui-se que: “O espaço geográfico, se é para alguns uma morada,é para outros, um túmulo, um lugar onde se morre todo dia um pouco”.
Infelizmente, a cada dia o homem colabora para que o quadro de morte se agrave com a O Bairro é uma parte da cidade formado por um conjunto de ruas, praças e avenidas onde ficam as residências dos cidadãos, além de estabelecimentos Jardim N.S. Aparecida, Região Central de Campinas. As cidades e os bairros está localizado na região periférica da cidade de Campinas. A cidade é formada pelos centros e pelos bairros. Cada bairro da cidade tem um nome. Ex.: Americana, Limeira, Hortolândia, Valinhos,Vila Nova etc. Qual é o nome de seu bairro?
O espaço das cidades é chamado de Espaço Urbano, e ele é dividido de acordo
com atividades que aí predominam (aparecem mais). Por exemplo, dizemos que um bairro é industrial quando tem muitas indústrias, é residencial quando predominam as casas de moradia, é comercial quando nele predominam as lojas e estabelecimentos comerciais. Os bairros próximos ao centro são chamados de centrais e os mais afastados são chamados de periféricos. Numa cidade como Votorantim, por exemplo, notamos que na região central da cidade, os prédios mais antigos tendem a serem usados mais para fins comerciais do tipo: lojas populares, bares, restaurantes, lanchonetes, escolas de computação ou inglês, laboratórios (Observe isso da próxima vez que você andar pelo centro da cidade). Constatamos também que as áreas de comércios mais nobres são transferidas para os shoppings, seus arredores e avenidas próximas.
A paisagem urbana demonstra a grande desigualdade na distribuição de renda das famílias brasileiras. A forma como os homens constroem os seus espaços revela como a sociedade está organizada. O espaço urbano é uma mercadoria que é comprada e vendida. Conforme a transformação que o espaço natural sofre através da ação do homem (ruas afastadas equipadas com certos serviços, saneamento básico, transporte etc.) os terrenos ficam mais caros e nem toda a população tem condições de comprar ou adquirir. Além disso, áreas verdes, segurança, conforto e tranqüilidade têm um preço que não está no alcance de todos.
O espaço urbano é o lugar onde você vive, dividido em áreas nobres e pobres: é a reprodução da sociedade. Portanto, conclui-se que: “O espaço geográfico, se é para alguns uma morada,é para outros, um túmulo, um lugar onde se morre todo dia um pouco”. Infelizmente, a cada dia o homem colabora para que o quadro de morte se agrave com a poluição do ar, da água o congestionamento, o acidente de trânsito, a bomba de nêutron, ameaça nuclear, o pedinte, a miséria, a violência etc. Área verde sendo usada para moradia irregular. Terminal de ônibus Exercícios. Responda em seu caderno:
1. Qual a diferença entre convenções e legendas?
2. Escreva o que é necessário para se fazer uma leitura completa do mapa.
3. Explique a importância do mapa.
4. Quais são os tipos de mapas?
5. O que é bairro?
6. Quais os tipos de bairros que encontramos no espaço urbano?
7. Descreva em seu caderno, o mais detalhado possível, o bairro onde você vive.
Como ele é? Quais são os seus problemas, quais as coisas boas que têm lá, se ele é bem cuidado, bem servido... É perto? ...É longe? Procure classificá-lo de acordo com o texto. . Geografia Ensino Fundamental Como achar um lugar?
BIBLIOGRAFIA
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DIMENSTEIN, Gilberto. Aprendiz do Futuro. São Paulo. Editora Ática, 2000.
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Votorantim.
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Saraiva, 1997.
IBGE. Instituto Brasileiro de Geografia e Estática.
MAGNOLI, Demétrio e. Projeto de Ensino de Geografia. São Paulo. Editora
Moderna, 2000.
MÉDICI, Miriam de Cássia e. Coleção Nova Geração. São Paulo. Editora Nova
Geração, 1999.
MOREIRA, Igor. O espaço geográfico. São Paulo, Editora Ática, 1998.
NIDELCOFF, Maria Teresa. A escola e a compreensão da realidade. São Paulo.
Editora Brasiliense, 1990.
OLIVA, Jaime. Espaço e Modernidade. Temas da Geografia Mundial. São Paulo.
Editora Atual, 1995.
PROFESSOR PC, Geografia, CD ROM
REVISTAS: Veja, Isto é, Super Interessante, Época, Globo Rural.
RODRIGUES, Rosicler Martins. As cidades brasileiras. São Paulo, Editora
Moderna, 1995.
SENE, Eustáquio de e. Espaço geográfico e globalização. São Paulo. Editora
VESENTINI, J. William. Sociedade e Espaço. São Paulo. Editora Ática, 1997.
EQUIPE DE GEOGRAFIA CEESVO 2005
Jaime Aparecido da Silva
Maria de Fátima Pinto
Deise Quevedo Bertaco
COLABORAÇÃO
PCP - Neiva Aparecida Ferraz Nunes
Equipe de Geografia do CEESSO 2004
DIREÇÃO
Elisabete Marinoni Gomes
Maria Isabel R. de C. Kupper
Postado por
PROFESSOR MARIO
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